quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Fuck.

I love your cheek bones.
I love your smile.
I love your voice.
I love your soft skin.
Every
Fucking
Thing.
I loved you when you left me (all those times).
I loved you when you made me cry (all those times).
I loved you when you barely loved me (all those times).
Every 
Fucking
Time.
I will love you even when I can no longer feel you.
I will love you when I can't even love myself.
I will love you when you can't even love yourself.
For
Fucking
Ever.

Simplifica, não objetifica.

Não preciso de alguém que cuide de mim, sou grandinha, cuido de mim mesma. Muito menos quero alguém que me considere como "sua". Não sou de ninguém. Não sou propriedade de pessoa alguma. Sou minha, só minha (e até talvez, de quem mais eu quiser ser). Não quero que sintam ciúmes de mim. Não tem do que sentir ciúmes. Eu posso sair e falar com quem eu quiser, eu posso me vestir como eu quiser. Não sou SÓ sua pra sentir ciúmes. Meu corpo não é propriedade de ninguém pra não quererem que outros olhem. E daí? Se estranhos me olharem, o problema é meu. Seja quem. Se eu não me importo com outros me olhando; você não deveria se importar. Não quero alguém que me olhe como se eu fosse carne, um pedaço de alguma coisa, me chamando de "gostosa". Não sou um objeto. Pode me desejar, pode me querer, mas como um ser humano, como eu mesma.